sexta-feira, 31 de agosto de 2012

a terminar o mês

só porque ainda é deste mês e é mesmo a recta final das férias... !

Férias em Coimbra: Penedo da Saudade

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

the good old memories

mood: nostálgica
já disse que adoro a Amazon?? adoro mesmo..!

experiências

Série de experiências de cerca de 30 segundos com o meu novo brinquedo.. a Canon EOS 600D

Experiência 02 - "órror" (?)

Experiência 01 - Mariana

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

da semana

Atual - Quais as vantagens do reconhecimento de graus académicos entre Portugal e Brasil?

Babel

terça-feira, 28 de agosto de 2012

BTT - Eternity

What book took you the longest to read, and do you feel it was the content or just the length that made it so?




Orgulho Azteca - volume 01
mas está a custar tanto mas tanto que está desde pelo menos dezembro de 2011 na página 113 (parece muito, mas é só 25 por cento do livro)

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

#2 sítios - 02

@Sé da Guarda

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

fim da semana

Engenharia Civil da UC novamente entre as melhores do mundo

Laboratório de Estudos sobre Incêndios Florestais

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Experiências

mood: happy happy happy =D
@vista da janela

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

good mood, good morning

The General - Dispatch

terça-feira, 21 de agosto de 2012

BTT - Recommendation

If someone asked you for a book recommendation, what is the FIRST book you’d think to recommend (without extra thought)?

A Triologia de Sevenwaters ou O Senhor dos Anéis.

das indecisões de ontem

esqueçam o desabafo de ontem. já ficou decidido... oportunidades há muitas. ficamos com o que podemos tocar. no fim da semana conto =D

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

indecisões

se decidíssemos as coisas com um simples atirar a moeda ao ar.. podia ser tudo mais fácil...
hipoteticamente falando...
só há dinheiro para uma coisa, em princípio só se pode escolher uma delas. uma é para manter, para aprender, algo que vai servir durante muito tempo, para muitas coisas principalmente para crescer a nível profissional. outra é uma oportunidade única que não torna a aparecer, para conhecer e experimentar, algo que também pode servir para crescer profissionalmente. o que é que escolhiam, só com estes dados?
eu estou mais do que aflita entre a escolha, principalmente porque só tenho dois dias para decidir, senão fica tarde demais....

ai, era atirar com uma moeda ao ar........
ou ficar pobre até ao resto da vida e ter as duas...? (era bom, mas acho que não dá lol)
boff...

#2 sítios - 01

@Fonte Coberta

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Absolut

Estou a fazer um trabalho sobre a Absolut Vodka.
Isto porque não tenho vontade de começar a estudar, vou adiantando trabalhos que servem para apresentar em vez de exames, para as melhorias que gostava de fazer... espero sinceramente que este, em específico, sirva para alguma coisa...

e a banda sonora, de momento, é:

Animal Collective - Today's Supernatural

coisas da semana

Depois das minhas "férias/folgas", o regresso ao trabalho. Hoje com direito a iniciar os trabalhos de Setembro, preparar Outubro e um retornar à rádio, com noticiário. E ainda mal cheguei a Coimbra... e penso, falta tantoooo para o fim de semana.. :/

Férias em Coimbra: Parque Verde Mondego

Férias em Coimbra: Parque Manuel Braga

terça-feira, 14 de agosto de 2012

BTT - Relating

Are there any fictional characters whom you have emulated (or tried to)? Who and why?


What literary character do you feel is most like you personality-wise (explain)?


o meu inglês não é o melhor... o tradutor também não funciona assim tão bem... mas de todas as formas, o que eu percebi.. alguma personagem com quem alguma vez tenha rivalizado (?) ou com quem tenha uma personalidade semelhante (?)....
às vezes sinto-me uma Mercy Thompson - mulher no meio dos bichos, uma coiote no meio de lobisomens, com os problemas de todos os seres feéricos e dos vampiros e de tudo o resto a cair-me sempre em cima (okai, um bocadinho prepotente agora.. mas pronto..)
às vezes sinto-me um bocado Drizzt Do'Urden, o único elfo negro na superficíe.
Outras vezes sou só mais um dos "mantos negros", ou uma outra qualquer personagem secundária que o Martin mata sem dó nem piedade (não que ele tenha dó ou piedade a matar qualquer uma das suas personagens).
Acho que a qualquer altura de ler uma determinada história, seja normal criarmos "relações" de ódio ou proximidade com uma personagem ou outra...

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

#1 portas - 05

@Sé da Guarda

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

copy-paste

a respeito de outra coisa qualquer, vai mesmo assim, um copy-paste perfeito de tão imperfeito que é.
(por causa da outra conversa, da outra vez).



As mulheres têm fios desligados - António Lobo Antunes‏


Há uns tempos a Joana
- Pai, acabei um namoro à homem.
Perguntei como era acabar um namoro à homem e vai a miúda
-Disse-lhe o problema não está em ti, está em mim.
O que me fez pensar como as mulheres são corajosas e os homens cobardes. Em primeiro lugar só terminam uma relação quando têm outra. Em segundo lugar são incapazes de
- Já não gosto de ti
de
- Não quero mais
chegam com discursos vagos, circulares
- Preciso de tempo para pensar
- Não é que não te amo, amo-te, mas tenho de ficar sozinho umas semanas
ou declarações do género de
- Tu mereces melhor do que eu
- Estive a reflectir e acho que não te faço feliz
- Necessito de um mês de solidão para sentir a tua falta
e aos amigos
- Dá-me os parabéns que lá me consegui livrar da chata
- Custou-me mas foi
- Amandei-lhe daquelas lérias do costume e a gaja engoliu
- Chora um dia ou dois e passa-lhe
e pergunto-me se os homens gostam verdadeiramente das mulheres. Em geral querem uma empregada que lhes resolva o quotidiano e com quem durmam, uma companhia porque têm pavor da solidão, alguém que os ampare nas diarreias, nos colarinhos das camisas e nas gripes, tome conta dos filhos e não os aborreça. Não se apaixonam: entusiasmam-se e nem chegam a conhecer com quem estão. Ignoram o que ela sonha, instalam-se no sofá do dia a dia, incapazes de introduzir o inesperado na rotina, só são ternos quando querem fazer amor e acabado o amor arranjam um pretexto para se levantar
(chichi, sede, fome, a janela de que se esqueceram de baixar o estore)
ou fingem que dormem porque não há paciência para abraços e festinhas,
pá, e a respiração dela faz-me comichão nas costas, a mania de ficarem agarradas à gente, no ronhónhó, a mania das ternuras, dos beijos, quem é que atura aquilo? Lembro-me de um sujeito que explicava
- O maior prazer que me dá ter relações com a minha mulher é saber que durante uma semana estou safo
e depois pegam-nos na mão no cinema, encostam-se, colam-se, contam histórias sem interesse nenhum que nunca mais terminam, querem variar de restaurante, querem namoro, diminutivos, palermices e nós ali a aturá-las. O Dinis Machado contava-me de um conhecedor que lhe aclarava as ideias
- As mulheres têm fios desligados
e um outro elucidou-me que eram como os telefones: avariam-se sem que se entenda a razão, emudecem, não funcionam e o remédio é bater com o aparelho na mesa para que comecem a trabalhar outra vez. Meu Deus, que pena me dão as mulheres. Se informam
- Já não gosto de ti
se informam
-Não quero mais
aí estão eles a alterarem a agressividade com a súplica, ora violentos ora infantis, a fazerem esperas, a chorarem nos SMS a levantarem a mãozinha e, no instante seguinte, a ameaçarem matar-se, a preseguirem, a insistirem, a fazerem figuras tristes, a escreverem cartas lamentosas e ameaçadoras, a entrarem pelo emprego dentro, a pegarem no braço, a sacudirem, a mandarem flores eles que nunca mandavam flores, a colocarem-se de plantão à porta dado que aquela puta há-de ter outro e vai pagá-las, dispostos a partes-gagas, cenas ridículas, gritos. A miséria da maior parte dos casais, elas a sonharem com o Zorro, com o Che Guevara ou eles a sonharem com o decote da vizinha de baixo, de maneira que ao irem para a cama são quatro: os dois que lá se deitam e os outros dois com quem sonham. Sinceramente as minhas filhas preocupam-me: receio que lhe caia na sorte um caramelo que passe à frente delas nas portas, não lhes abra o carro, desapareça logo a seguir por chichi-sede-fome-persiana-mal-descida-e-os-ladrões-percebes, não se levante quando entram, comece a comer primeiro e um belo dia
(para citar noventa por cento dos escritores portugueses)
- O problema não está em ti, está em mim
a mexerem na faca à mesa ou a atormentarem a argola do guardanapo, cobardes como sempre. Não tenho nada contra os homens: até gosto de alguns. Dos meus amigos. De Shubert. De Ovídio. De Horácio, de Virgílio. De Velásquez. De Rui Costa. De Einzenberger. Razoável, a minha colecção. Não tenho nada contra os homens a não ser no que se refere às mulheres. E não me excluo: fui cobarde, idiota, desonesto.
Fui
(espero que não muitas vezes)
rasca.
Volta e meia surge-me na cabeça uma frase de Conrad em que ele comenta que tudo o que a vida nos pode dar é um certo conhecimento dela que chega tarde demais. Resta-me esperar que ainda não seja tarde para mim. A partir de certa altura deixa-se de se jogar às cartas connosco mesmos e de fazer batota com os outros. O problema não está em ti, está em mim, que extraordinária treta. Como os elogios que vêm logo depois: és inteligente, és sensível, és boa, és generosa, oxalá encontres etc., que mulher não ouviu bugigangas destas? Uma amiga contou-me que o marido iniciou o discurso habitual
- Mereces melhor que eu
levou como resposta
- Pois mereço. Rua.
Enfim, mais ou menos isto, e estou a ver a cara dele à banda. Nem uma lágrima para amostra. Rua. A mesma lágrima para amostra. Rua. A mesma amiga para uma amiga sua
- O que faço às cartas de amor que me escreveu?
e a amiga sua
- Manda-lhas. Pode ser que lhe façam falta.
Fazem de certeza: é so copiar mudando o nome. Perguntei à minha amiga
- E depois de ele se ir embora?
- Depois chorei um bocado e passou-me.
Ontém jantámos juntos. Fumámos um cigarro no automóvel dela, fui para casa e comecei a escrever isto. Palavra de honra que na janela uma árvore a sorrir-me. Podem não acreditar mas uma árvore a sorrir-me.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

férias?!

Fatores culturais podem ter impacto na radicalização violenta

Atual - Como é que a investigação científica pode ajudar no combate aos incêndios?

rias na Baixa

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

terça-feira, 7 de agosto de 2012

BTT - Anything you can do I can do better

Ever read a book you thought you could have written better yourself?


sem pensar praticamente nada...

João Zuzarte Reis Piedade.

O Filho de Odin  ou As Guerras de Midgard 


fácil...

dog days are over



Fotógrafo retratou a estupidez humana no olhar dos cães

Em Taiwan, só este ano, 80 mil cães foram eutanasiados. Tou Chih-kang fez retratos de animais abandonados nos últimos momentos de vida. Nos olhos deles vê-se o pior do ser humano


(...)

Depois de serem fotografados, os animais foram levados por um veterinário para serem adormecidos com uma injecção letal. Ele retratou-os para que não fossem esquecidos, retratou-os para chamar a atenção para uma realidade pouco falada nos órgãos de comunicação de Taiwan: o abandono (e consequente eutanásia) de animais.

(...)

Nos olhares, nos corpos esqueléticos, nas mazelas de maus tratos, vê-se o que de pior existe no ser humano. A crueldade e a capacidade de abandonar: porque cresceram e ocupam mais espaço, porque fazem despesa, dão mais trabalho, perderam a graça, largam pêlo. Porque sim. (...)




O artigo completo aqui
O site de Tou Chih-kang, com as restantes fotos, aqui


Alice

Goodreads

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

faltava-me este da semana passada...

Mais um passo para travar a doença de Machado-Joseph

#1 portas - 04

@Portas da Guarda

domingo, 5 de agosto de 2012

Diferente é bom

Random Generation

There is a city

Foi dia 1 de Agosto, mas o que conta é a intenção ;)

sábado, 4 de agosto de 2012

From UN intern to waitress: open letter to Italian labour minister

We were told to study to have a better life than our parents. We were told we needed degrees and diplomas to then find out that actually they meant nothing, that we were not qualified, that we are a resource which still needs to be trained. We all graduated, are qualified, are educated, but we became outcasts in the work world. I am the daughter of this paradox. "


A entrevista completa aqui

"I guess that's deja vu"

fartinha de ouvir esta música na televisão... finalmente me dei conta que com meia dúzia de palavras pode-se descobrir que música é...
e a música que me anda a perseguir estes dias é: Train - Drive by



gotta love google...!

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Alive'2012 - dia 02

#02 - 15 de junho
Mais um dia, mais uma viagem por terras de Algés. Desta vez sim, com tempo para o reconhecimento do local (igual ao ano anterior, com direito a cremes e descontos em alguma coisa que agora não me lembro) Ah! e o japonês não estava no mesmo sítio, por isso este ano não houve japonês para ninguém! houve sim noodles! e eu gosto de noodles, por isso, também foi uma boa troca. Mesmo com a inflação....
certo.... voltando ao que interessa! Miles Kane! Miles Kane Miles Kane Miles Kane! que bom! mesmo a ouvir enquanto se esperava pela vez na roleta da sorte (ou algo assim), deu para ouvir, dançar, esbracejar. Gostei mesmo muito e tenho pena de não ter ouvido mais de perto nem mais tempo.
The Kooks, foi bom, tal como esperado. Tocaram o que se esperava, com a energia que se esperava. Puseram-me a mexer e a cantar. O que também era esperado.... Ou seja, foi um bom concerto, gostei. Mas não surpreendeu. por um lado é bom, porque tocaram o que eu queria ouvir. Mas por outros... é aquele momento XX (as expectativas são altas, mas não sei exactamente que expectativas são..)
Não sei o que era Warpaint, mas também não convenceu. Ouviu-se um bocado enquanto, sentadinhos na "relva" esperávamos por coordenadas. (não vou falar grande coisa sobre este concerto que, 1º - não vi, 2º - não prestei atenção, 3º - foi tão "inesquecível" que já nem me lembro. Daqui a uns tempos lembrem-me de ir ao youtube procurar alguma coisa das senhoras, pode ser que nessa altura goste mais...)
Entre isso, dar com as pessoas, ir ouvir um bocado de The Maccabees para acompanhar o jantar, até nem esteve mal. Os The Maccabees foram também bons, mas tal como aconteceu com Miles Kane, estávamos a fazer outras coisas - neste caso, jantar - por isso não deu para lhes prestar a atenção devida.
Caribou vi pouco - com muita pena minha - mas a confusão era tanta, as pessoas eram tantas... que não deu mais hipótese. Mas o que vi posso dizer que não esteve mal. Não sei bem o que se passava com o som, que volta meia volta dava um feedback esquisito. Mas deu para ouvir a minha Sun, junto de malta que já não via há muito tempo, por isso, acho mesmo que correu bem. Sem esquecer que já não íamos sair daquele cantinho, mesmo ao lado das grades laterais da reggie até chegar a hora do concerto principal do dia.
O que dizer de Radiohead? Foi o que prometeram e mais. Não muitas palavras para falar do concerto. Espectacular podia ser uma delas. Faltou-me saber as letras, mas isso depois também se aprende. E agora, mês depois, é ouvir a Street Spirit (Fade Out) em loop. A mesma com que acabaram o terceiro encore, e que foi de arrepiar. ;)


Mais um Optimus Alive que passou. Fazendo um balanço final, acho que foi bom. Deu para afastar o fantasma do ano passado (não sei se estão lembrados, queridos leitores, mas tinha prometido a mim mesma não voltar a este festival... jamais...). Dou-lhe nota positiva. A ver o cartaz do próximo ano.. =D


Foto 01 @Marta Costa - Alive'12 Palco Optimus Clubbing
Foto 02 @Marta Costa - Alive'12 Zona Verde
Foto 03 @Marta Costa - Radiohead
Video @Canal 190 - Resumo Optimus Alive 2012

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Alive'2012 - dia 01

#01 - 14 de junho
muito, muito tempo depois, finalmente surge a oportunidade de falar um bocadinho daquele que foi o segundo (e, ao que parece) último festival do ano. Isto porque este ano, para minha infelicidade, não vou a Paredes de Coura, ver os meus Crystal Fighters... mas não há dinheiro para tudo e não se pode ter tudo. Mas voltando ao que interessa... começa o Optimus Alive 2012, depois de uma viagem atribulada entre fazer um exame, passar em Leiria, apanhar autocarro para Lisboa, daí seguir para Algés, enfim, ainda foi um bocado, já com um dia perdido (por causa do dito exame). Mas não era por Justice que não ia dormir melhor. Fala-se então do segundo - para mim, primeiro - dia de Alive'2012.
Começar com Here We Go Magic, um concerto calminho, no palco Heineken, também calminho. Deu para sentar, apreciar a sombra, e a música. Não são o meu grupo preferido, não são sequer um grupo que me interesse assim por aí além, mas foi engraçado. Foi um bom concerto que, depois de tanta "viagem e correria", deu para começar a entrar no espírito da coisa.
Daí para o Palco Principal foi um pulinho - sem grande reconhecimento do local, é verdade. Os Noah and The Whale eram o primeiro grupo que eu queria ver, mesmo achando que não conhecia mais do que uma ou duas músicas, a verdade é que reconheci praticamente tudo o que tocaram. E não deu para parar de mexer! Foi bom, mesmo bom. Desde a L.I.F.E.G.O.E.S.O.N., a Shape of my heart, ou a Starnger. Mesmo estando relativamente longe (vá, ainda bastante), o concerto deu para aquecer. Life is Life, as they say ;)
Mas o melhor mesmo, melhor de melhor, ainda estava para vir... Apesar de mal habituada ao Primavera - com tempo mínimo entre concertos nos palcos principais, coisa que aqui não existia pela simples razão de que o espaço não comporta dois palcos principais (dah), aproveitou-se para comer, dar uma passada de novo no palco Heineken, ver uma ou duas músicas de Awolnation e Tricky. Um pequeno parêntesis para Tricky. Grande senhor, antigo Massive Attack, segundo me disseram, com um estilo de música que mistura o rock e o hip hop. O chamado Tripop (?) segundo também me disseram. Gostei particularmente de a meio do concerto, convidarem o público para ir para o palco. E lá foram, dezenas de fãs histéricos (que até se portaram bastante bem), cantar, dançar e, claro, tirar fotografias com o artista. Foi um momento bonito, numa música também bastante bonita. Foi um bom concerto. Mas era preciso era ir para o palco principal, para a segunda grande actuação da noite que se tornou a melhor de todo o festival.
Foram só demasiado grandes para este Alive. Os Munford & Sons foram o centro de uma alegria imparável, milhares de pessoas a gritar a uma só voz cada letra de cada música.
Sou sincera, não conhecia assim tanto - a Cave era a única que sabia cantar com letra. Mas foi como se soubesse todas as que tocaram, as que quase tocaram, as outras todas. Mas o melhor do concerto, foi o arrepio na espinha, de cada vez que o público entoava a uma só voz. Basicamente, passei o concerto com a espinha arrepiada..! Como ainda estava meio de dia, ainda deu para apreciar o por-do-sol ao som do folk britânico dos senhores. E ficar com a vontade de repetir, em casa, em loop. E continuo a fazer isso mesmo até hoje... =D
Finalmente, umas últimas linhas para os The Cure. Para mim, uma desilusão gigantesca e uma seca descomunhal. Mal ouvi que iriam ser três horas de concerto, só me apeteceu dar meia volta e ir para casa - o que, bem vistas as coisas, foi o que acabou por acontecer. Houve tempo de ouvir a Friday, é verdade. Mas isso já foi bem depois de decidido o "ir embora" e foi até, praticamente no "a caminho do ir embora".
A verdade verdade, é que o Cais do Sodré estava mais animado do que o Alive naquele momento - e na minha opinião, claro. sei que houve gente que adorou o concerto e que disse inclusive que foi o melhor de sempre. mas isto é uma opinião, e The Cure no Alive vai continuar a ser uma desilusão. Pelo menos dentro deste endereço web.
Valeu a força do folk britânico!


Foto 01 @Marta Costa - Here We Go Magic
Foto 02 @Marta Costa - Noah and the Whale
Foto 03 @Marta Costa - Mumford & Sons
Foto 04 @Marta Costa - The Cure

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Catalogar uma biblioteca não é fácil.

Especialmente se contarmos que é preciso inserir os dados um a um, de cada livro. Sim, é isso mesmo que eu estou a fazer: a catalogar a minha "biblioteca" - a minha FNAC como diz a Miana.

E, neste momento, já coloquei os livros que li este ano. O próximo passo é inserir os livros que estão por ler, aqui na estante. Depois, é "só" inserir os dados de todos os outros livros que estão nas minhas estantes, à vista ou escondidos nas prateleiras. De todas as formas, é uma tarefa que vai durar ainda bastante tempo... (primeiro vou com o apoio do Goodreads, que tem os dados compilados, é só copiar-colar. depois vou tentando com as páginas das editoras. quando nada mais funcionar, vai ser a tentativa "à-lá-pata" e é pegar nos livros um a um). Mas já comecei e é isso que importa realmente!


Quanto ao programa... Chama-se BiblioteQ, é fácil e intuitivo. Não é o mais bonito de se ver, é verdade, mas também não se pede beleza, pede-se eficiência. Tem sistema de empréstimos como se fosse uma biblioteca a sério (é verdade). Tem lugar para capas, contra-capas, dados gerais... é engraçado. e é uma coisa que já queria começar a fazer há muito tempo.

A partir de agora (ou a partir de algum tempo não tão distante como isso mas assim que tiver tudo actualizado) já vou poder saber os livros que tenho (ainda são alguns, às vezes não me lembro de todos!) A minha "FNAC" vai estar perfeitamente documentada. Finalmente!