domingo, 27 de novembro de 2011

das eleições para a AAC

Eleições AAC - Candidatos à Direção-Geral


Eleições AAC - Lista C


Eleições AAC - Lista I


Eleições AAC - Lista L


Eleições AAC - Lista M


Eleições AAC - Lista T

one day

"she made you decent and in return, you made her so happy.

and i will always be grateful to you for that."

sábado, 26 de novembro de 2011

BTT - Agradecida

What book or author are you most thankful to have discovered?
Have you read everything they’ve written? Reread them?
Why do you appreciate them so much?

Gostei muito desta pergunta. E digo isto porque tenho um carinho especial por esta autora. Estou a falar da autora que me introduziu ao Fantástico: Marion Zimmer Bradley.
As Brumas de Avalon, com os seus quatro volumes, devorados em pouco tempo apresentaram-me ao mundo Arturiano. Fizeram-me procurar todos os outros que contavam história antes dessa história. Não li tudo da MZB, mas li uma fatia generosa da sua obra. Desde A Casa na Árvore, Presságio de Fogo, As Mulheres da Casa do Tigre, A Queda da Atlântida, As Sombras de Avalon, O Corvo de Avalon, A Espada de Avalon, A Senhora de Avalon, a série Poder Supremo... Destes foi um passo até Julliet Marillier, até Anne Bishop, e foi assim que se abriu a "Caixa de Pandora" para o Fantástico.
Curiosamente, ao mesmo tempo que entrava no mundo de MZB, li também O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá. Mas não sei porquê, prendi-me à primeira, e nunca mais tornei a pegar em Jorge Amado...
i need/want a new life

BTT - categoria


Of the books you own, what’s the biggest category/genre?
Is this also the category that you actually read the most?


Quem me conhece sabe bem demais a resposta a este BTT... Há uma categoria que ocupa mais de 80 por cento das minhas aquisições literárias. O fantástico. Não vou dizer "seja ele qual for", porque não tenho livros de terror, nem assim tanta ficção científica, mas o fantástico é sem dúvida o meu género de eleição. A literatura fantástica, portuguesa ou estrangeira. Alguns, poucos, em versão original (pronto, três Harry Potter's), a maioria traduzida. Livros de várias editoras, com destaque para a Saída de Emergência (da colecção Bang! tenho uma quantidade de livros invejável) e da Editorial Presença (a colecção Via Láctea é o exemplo principal, da qual conto uns 50 e muitos livros, dos 100 que a colecção tem neste momento). Depois tenho outros de outras editoras, espalhadas por aí, como a Gailivro (Eragorn e afins), a Difel (As Brumas de Avalon e outros MZB), a Bertrand (Julliet Marillier e não só).
Depois a categoria seguinte será os romances. No geral, desde Haruki Murakami até Dan Brown, Gabriel García Marquez, Isabell Allende, entre outros do género. Mas é o fantástico, sem sombra de dúvida, que me ocupa a grande maioria da estante, que por sua vez ocupa a grande maioria da parede do quarto... e continua a crescer!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

BTT - E-Volução


E-readers like the Kindle and iPad are sweeping the nation … do you have one? Do you like it? Do you find it changes your reading/buying habits? If you don’t have one, do you plan to?
(And yes, e-readers and e-books do come up periodically, and yes, we’ve had similar questions in the past, but things change so quickly … it’s worth revisiting.)


Não tenho, não faço grande questão de ter. Óbvio que gostava de ter um tablet, para escrever por aí, para navegar, por tudo. Pela facilidade de transporte, pela capacidade, etc. Mas ninguém me tira o peso do livro, o cheiro das páginas e o prazer de as folhear por aí. Mesmo que pese, que ocupe espaço e que seja um bocado "tambolho" de andar por aí. Gosto, pronto.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

"I said I tried to find the way to run away"


Crystal Fighters - At Home

"I never thought I'll see you again
I never thought I get to be with my best friend
I never thought I've got to tell you again
I never thought I've got to tell you I lost my mind again"

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

a nova UCV

a nova página da UCV

i a peça que faltava:

48 horas de programação

terça-feira, 22 de novembro de 2011

domingo, 20 de novembro de 2011

Águas de Coimbra

Ele há coisas que só a nós.. são quase 23 horas i finalmente voltou a água.. se é que se pode chamar água aquilo.. tudo castanho i nojento. mas pode ser que ainda se possa tomar banho aqui em casa hoje..!

sábado, 19 de novembro de 2011

enquanto estive fora...

Enquanto estive por fora, a UCV não parou. Quanto às actualizações em si, em breve... ;)

Desporto com a Globo na FLUC


TimorNET, 20 anos depois


Missas em Inglês para Erasmus

update soon... -ish

sábado, 12 de novembro de 2011

next stop: Prague

amanhã vou estar por aqui... ;)

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

da ucv, again

Cartografia do Poder em exposição


Prémio UC dá 25 mil euros

domingo, 6 de novembro de 2011

o jardim infantil que se tornou a Academia

Aqui há uns tempos dizia eu aqui que a "irreverência coimbrã" não estava morta. Encontrava-se viva e bem viva pelos caminhos da Associação Académica, só que com umas aparições esporádicas. Dizia eu em conversa, algures nos corredores e/ou mesas de café, que não me importava realmente se queriam brincar às direcções-gerais ou aos trampolins políticos, podiam fazê-lo à vontade, desde que não me desarrumassem a casa, que demorou anos a arranjar. Aqui há uns tempos valentes perguntava-me se a Academia ainda tinha o futuro brilhante que lhe deram em todos os seus 124 anos de história. E digo Academia, assim, com A grande, por respeito pelo sítio que me acolheu, não apenas durante um ano, mas por muitos.
Conto já com os seus sete anos e qualquer coisa em Coimbra, oitava matrícula se o considerarmos nesses moldes. Dos quais, dados à Académica, são já seis anos e muito (as tais sete matrículas). E, ao contrário do que muitos pensam, não ando à procura do tacho, nem agarrada ao cargo. Cargos que tive, e ainda foram alguns, nunca me levaram à assinatura de papéis para ganhar melhor estatuto (e se alguma vez assinei alguma acta, nunca usufrui desse mesmo estatuto). Cargos que tive foram pelo mérito do meu trabalho. E é com orgulho que o digo, e até peço que o confirmem, com quem quer que seja. E se estive em mais do que um local, em mais do que uma secção, foi pela vontade de experimentar, de criar, de desenvolver competências, mas principalmente, de aproveitar a oferta que só a Associação Académica de Coimbra tem, para me divertir, para crescer enquanto pessoa e ajudar a crescer a própria AAC. Se me ajudou profissionalmente? Claro. Era estar a mentir se o negasse. Mas se o "amor à camisola" foi sempre maior? sempre.
Em todos esses anos passados na Académica, acho que posso dizer que já vi passar coisas muito boas e muito más. Pessoas muitos competentes e absolutamente idiotas. Já vi situações que não lembravam nem a deus nem ao diabo. Já penei muito ao ver negro o futuro da casa que sempre considerei minha. Mas também já vi o tal futuro risonho onde a voz dos estudantes podia de facto ser ouvida.
Mas nunca, NUNCA, em tanto tempo aqui, vi a gigante "borrada" que andam uns e outros a fazer por aí.

Problemas sempre aconteceram dentro daqueles corredores. Muitos mais do que aqueles que passam cá para fora, para o domínio público, para os jornais e, mais importante, para os chamados "estudantes comuns". Venham-me falar de demissões... quantas Direcções-gerais já não tiveram problemas com dirigentes? Quantas vezes não houve essas "quase" demissões de uns e outros? Quantas Queimas não deram problemas, pelas pessoas que eram da "facção" oposta da DG? Quantas tesourarias de Latadas não eram usadas como recreio para os colaboradores da tesouraria? Quantas vezes não se preteriu uma pessoa por outra, pelos votos e influências? Tenham a santa paciência, mas de politiquices sempre esteve a AAC cheia. Muito antes de qualquer um de nós nascer, já se jogava este jogo aqui dentro.
Agora não me venham com bestialidades como as que se têm vindo a fazer. Lavar a roupa suja nos jornais? Qualquer m*rdinha é razão agora para essas guerras. É uns porque são despedidos, outros porque os despediram. É uns porque não gostaram da forma como o outro falou ao telefone, é outros porque temos as eleições a chegar e temos de os descredibilizar. Daqui a nada é porque alguém foi à casa-de-banho do quinto piso e não lavou as mãos! TENHAM A SANTA PACIÊNCIA! Cresçam, gente! Cresçam e pensem no que estão a fazer à Academia! Ela não é vossa para andar a destruir!
Pensem na imagem que passa da académica - imagem de que crianças andam a brincar aos adultos, a brincar às políticas, a brincar com coisas sérias que não deviam ser para brincar.
Com tudo isto das demissões, (in)competências ou não por parte do presidente da DG/AAC ou da sua direcção, esquecem-se que a casa fica descredibilizada à vista de todos. Precisam de outra festa académica como a Queima de há uns anos, com um buraco financeiro brutal, para caírem na realidade? Demorou anos à AAC conseguir sair do buraco de cara lavada... ANOS! mas vocês não devem saber disso. Não vos interessa a história para além da que vocês estão a fazer, para o vosso próprio futuro. Só vos interessa os excertos bonitos, embelezados para vós, com as utopias do "sonho que continua". Acordem meninos e meninas. O estatuto que vos incha o peito foi ganho com lágrimas e sangue de quem veio antes. Não venham tentar ganhar notoriedade com comunicados de imprensa atirados para todo o lado. Se a vocês só vos interessa o cargo, lembrem-se de quem paga propinas. Não são cruzes em quadrados, são pessoas. São esses que devem ser a vossa prioridade. Esses é que devem estar nos jornais, os seus problemas, as suas vitórias, as suas necessidades. Não vocês com as vossas luvas brancas (bem sujas) e orgulhos feridos.

Dizia eu que, aqui há uns tempos, a irreverência coimbrã estava viva. Pois bem, cambada de infantis atrofiados, vocês estão a matar essa irreverência. Estão a pisar a história, todos os seus 124 anos. Estão a virar as costas a tudo o que defende a "maior, mais antiga e mais ecléctica associação de estudantes do país". Para vós, isto não passam de palavras. Palavras ocas e sem significado. Vocês não merecem o chão em que pisam, não merecem o título que tão orgulhosamente ostentam, de dirigentes associativos. Vocês não merecem ser considerados adultos, nem merecem sequer a atenção que tão desesperadamente imploram - à reitoria, à cidade, ao governo, ao país!

Vocês não merecem a casa que é a Académica.

sábado, 5 de novembro de 2011

remember remember



"Beneath this mask there's more than flesh. beneath this mask there are ideas. and ideas mr. creedy, are bulletproof".

check the speech, the final battle and the final scene on youtube (can't incorporate the videos here)

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

3 reasons to travel...

3 Reasons to Travel While You’re Young

"The other night, I had a conversation with a young woman who had a number of decisions ahead of her, one of which was whether she should go to grad school or travel the world.
I told her to travel. Hands down. No excuse. Just go.
Travel While You're Young
Photo credit: Flickr (Creative Commons)
She sighed.

“Yeah, but…”

Never were more fatal words spoken.
Yeah, but… what about debt?Yeah, but… what about my job?Yeah, but… what about my boyfriend (or dog or car or whatever)?
“Yeah, but…” is pernicious. Because it makes it sound like we have the best of intentions when really we are just too scared to do what we should.
It allows us to be cowards, while sounding noble."

O artigo completo aqui

Quando temos a sensação que está aqui escrita a história da nossa vida, aquilo que queremos fazer, o que respondemos para dizer que não podemos... Não sei se me insiro ainda na faixa dos "novos", mas se há uma coisa que gostava era de pegar numa mochila e ir. Durante um mês ou um ano... Como já disse aqui há uns tempos, gostava que voltássemos ao tempo do João da Ega do Eça, e acabar o curso para ir dar a volta ao mundo e arredores..

BTT - mais difícil


All other thing being equal, would you rather read a book that’s hard/challenging/rewarding or light/enjoyable/easy?

Acho que dependia mais do meu estado de espírito. Normalmente prefiro sempre um livro que desafie, que me faça pensar, que me leve mais longe só porque há vinte personagens com o mesmo nome e tenho de fazer um grande raciocínio mental para saber de qual delas está o autor a falar. Prefiro um livro assim mais cheio de tramas intrincadas, com camadas e camadas de intenções, onde a cada virar de página pode haver uma reviravolta. Mas claro que, se o meu estado de espírito for mais de calma, mais de passar o tempo só por passar, onde o cansaço já é demais, então aí prefiro um livro básico, um livro que se leia num instante, que seja só assim fácil de ler, de abstrair do mundo real. Um livro mais leve e thinking-free.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

\O-O/

insanity #2

insanity #1

geração perdida

(don't you love 9gag?)

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

da latada

A Latada veio e foi. Veio a Sara. Houve Kaiser Chiefs (outra vez), houve dormir no dia do cortejo. Houve bebedeiras - dos outros. Houve Gabriel, houve núcleos, houve ver mais pessoas. Houve sair sem pagar e pagar na mesma. Houve granizados, crepes e jantares. Houve uma portagem quase deserta, umas botas nojentas, uma chuva miudinha que parava logo a seguir.
Houve mais do mesmo, outra vez. Já se contam oito anos do mesmo.
Talvez o próximo passe ainda mais ao lado. É de sermos/estarmos crescidos.