"And if I only could,
Make a deal with God,
And get him to swap our places"
Placebo - Running up that hill
domingo, 17 de abril de 2011
Opinião: Wicked Lovely – Tatuagem, de Melissa Marr
ISBN: 9789896373030
Formato: Capa mole
Dimensões: 16 x 23
Núm. De páginas: 272
Géneros: Fantasia
Sinopse: Leslie, de dezassete anos, não sabe nada sobre fadas nem sobre as suas lutas obscuras pelo poder. Quando se sente atraída por uma tatuagem estranhamente bela, só sabe que tem de a ter, convencendo-se de ter encontrado um símbolo tangível das mudanças de que precisa desesperadamente na sua vida. A tatuagem traz mesmo mudanças – não do tipo que Leslie sonhou, mas mudanças sinistras e irresistíveis, que ligam Leslie a Irial, um rei das fadas tenebroso e temível que luta pela alma da sua corte. Aos poucos, Leslie é arrastada cada vez mais para dentro do mundo feérico, incapaz de resistir ao seu fascínio e de compreender os seus perigos… Melissa Marr dá seguimento aos seus contos de Fadas numa história sombria e arrebatadora de tentação e consequências, e de heroísmo quando menos se espera.
Opinião: Aqui está um livro que me deu prazer ler. Passei a ficar fã de Melissa Marr logo no primeiro volume de Wicked Lovely – prova disso é ter ido à internet logo mal acabei de ler Amores Rebeldes, para ficar a saber mais sobre esta série, quantos livros tinha, quais as personagens, o seguimento, etc. Mal soube que saía em breve um novo volume, o entusiasmo repetiu-se. Sim, é mais um livro de fantasia moderna, mas aqui não há nada de vampiros nem outros que tais (menos mal). E a história das cortes das fadas é algo que me fascina (faz-me lembrar os Sidhe da mitologia celta). Claro que com os seus “quês” de fantasia adolescente, Marr prendeu-me de imediato. Com Tatuagem, a história repete-se. Sem cansar ao colocar a mesma personagem como principal – aqui a protagonista é uma amiga que “mal se via” no primeiro volume, aprendemos a conhecer a Leslie, e a debater os seus problemas, as suas vontades. E é impossível não gostar de Irial, o rei da corte das Trevas. Esta é uma colecção que me entusiasmou de tal maneira que já a levo para o trabalho – onde também a andam a ler – e aguardo (estou sempre à espera) pelo próximo, que já sei que deverá sair em breve.
8/10
sábado, 16 de abril de 2011
da semana...
Santos da Casa ainda fazem milagres
UCV de Novo - 15.04.11
Tunalidades para encantar Coimbra
UCV de Novo - 15.04.11
Tunalidades para encantar Coimbra
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Opinião: Laços de Sangue, de Charlaine Harris
ISBN: 9789896373023
Formato: Capa mole
Dimensões: 16 x 23
Núm. De páginas: 288
Géneros: Fantasia, Horror
Sinopse: Depois do desastre natural do furação Katrina e do horror criado pelo homem da explosão na cimeira de Vampiros, Sookie Stackhouse vive em segurança mas atordoada, ansiando que as coisas voltem ao normal. Mas o seu namorado, Quinn é um dos desaparecidos. E as coisas mudam, quer isso agrade ou não aos lobisomens e aos vampiros do seu canto do Louisiana. Nas batalhas que se seguem, Sookie enfrenta perigo, morte… e, mais uma vez, a traição de alguém que ama. Mesmo que deixe de haver pêlo de lobo no ar e mesmo que o sangue frio dos vampiros deixe de jorrar, o seu mundo não voltará a ser o mesmo…
Opinião: Voltamos aos vampiros e ao maravilhoso mundo de Sookie. Demorei um bocado mais a regressar aqui com este sétimo volume do Sangue Fresco. Não foi porque o tempo entre o último livro e este fosse longo, acho que houve muita coisa no entretanto que talvez tenha ficado mal explicado. Tive de ir rever o que tinha acontecido a Quinn, porque não me lembrava dele “desaparecido”. Lembrava-me dele numa cama de hospital. E ainda neste volume, por mais referências que se faça ao Katrina, continuo sem conseguir ver a essência do desastre. Não fiquei muito contente com o desfecho de algumas personagens… Quinn foi-se assim embora, sem mais nada. Bob teve um final esquisito. Não percebo de onde surgiu o avô de Sookie, nem porque é que o Eric tem de lhe fazer as vontades. E sinceramente, desta vez soou-me a forçado. Não sei se a Charlaine Harris quer prolongar ao máximo a série, mas este livro – se bem que avançou bastante nalgumas coisas e continuou interessante e, sim, devorei-o na mesma em pouco tempo,… a verdade é que soube-me a pouco. Como se todo o tempo que estive sem o ler, e a ansiar por isso, não valeu grande coisa. Não sei. Talvez o próximo seja melhor... Eu continuo a torcer pelo Eric.
6/10
quinta-feira, 14 de abril de 2011
nada de novo
Olha, por aqui se anda, por aqui se continua. Nada de novo a acrescentar a ontem.
Neuromarketing em debate na FEUC
quarta-feira, 13 de abril de 2011
HUC
Deixei passar vários dias de coisa nenhuma porque são raros os dias onde já me apetece vir escrever. Tenho deixado essa vontade respirar, porque é como se também eu precisasse de respirar.
Fui parar aos HUC sabe-se lá porquê (continuo das pessoas mais saudáveis do mundo, é verdade). Mas fui. Podia ter sido apêndice, podia ter sido outra coisa qualquer. Mais uma vez, fiquei sem saber. Há quem sugira algo neurológico, uma depressão, ansiedade, atrofios naturais. A mudança de tempo, a constipação mal curada. Ou então (a melhor de todas) gravidez. ... (essa é a minha cara também. e acreditem que foi a cara que fiz todas as 20 vezes que me perguntaram isso). Mas não. Não tenho nada. Absolutamente nada. Está provado. Cientificamente provado. Sou saudável. (e não estou grávida!!).
Talvez por isso ou então nada a ver. Já estou a deixar de fazer sentido. ... deixai andar a ver no que dá.
Fui parar aos HUC sabe-se lá porquê (continuo das pessoas mais saudáveis do mundo, é verdade). Mas fui. Podia ter sido apêndice, podia ter sido outra coisa qualquer. Mais uma vez, fiquei sem saber. Há quem sugira algo neurológico, uma depressão, ansiedade, atrofios naturais. A mudança de tempo, a constipação mal curada. Ou então (a melhor de todas) gravidez. ... (essa é a minha cara também. e acreditem que foi a cara que fiz todas as 20 vezes que me perguntaram isso). Mas não. Não tenho nada. Absolutamente nada. Está provado. Cientificamente provado. Sou saudável. (e não estou grávida!!).
Talvez por isso ou então nada a ver. Já estou a deixar de fazer sentido. ... deixai andar a ver no que dá.
Coimbra a respirar desporto universitário
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