quinta-feira, 20 de setembro de 2012

desporto RUC

porque estamos numa de divulgar a Rádio.... seguem-se os spots e o programa propriamente dito, o ReportTV, da Sport TV, que dedicou o episódio inteiro aos relatos RUC, numa altura em que a Académica vai para a Europa cheia de moral ;)


spot 01
spot 02


ReportTV RUC - programa completo

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

terça-feira, 18 de setembro de 2012

BTT - In or Out

Do you consider yourself an extrovert or an introvert?


não que perceba estas perguntas e o que têm a ver com livros... considero-me metade de cada.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

#2 sítios - 05

@LEIF - Lousã

sábado, 15 de setembro de 2012

Info RUC

Ainda não tinha postado isto aqui... mas acho que vale bem a pena ver os dois minutos e meio, a explicar o que é a Info da RUC... isso e também porque é uma das minhas brincadeiras/experiências/trabalhos com a Canon ;)

Departamento de Informação da Rádio Universidade de Coimbra

atrofios e desabafos

rever o que está para trás pode ser bom e pode não o ser.
há coisas que exprimem exactamente o que sinto, há outros que picam nos olhos, com aquela vontade de chorar. com as saudades. há os que sei exactamente do que falam, outros que ainda tenho de esforçar-me um bocado para lembrar. e depois, tão depressa como um piscar de olhos, já não havia mais para ler. não havia mais atrofios, nem desabafos. a vida de uma pessoa cabe em meia dúzia de linhas, espalhadas por um qualquer blogue idiota que (apesar do que está escrito) não tem só três anos. e ouvir as músicas de novos, rir-me de mim. as músicas que querem dizer tudo mas não dizem absolutamente nada.
e os outros todos. as outras todas. os nervos à flor da pele. os estoiros de sinceridade amarga, as verdades que só foram ditas aqui mas deviam ter sido gritadas aos ouvidos. e as lágrimas, outra vez as lágrimas. as saudades dos tempos, das brincadeiras, da velhice absurda que já sentia antes, muito antes do hoje. gostava de poder dormir, para afastar todos os pesadelos do passado. mas os pesadelos surgem sempre naquela hora, entre o sono e o acordar. a cada novo dia sinto-me mais velha, mais pesada, mais insensata. mais os outros e menos eu própria.
enfim, estive a ver o que estava para trás. a ver se durmo. o meu mal é (sempre) sono.