sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

coisas

Há quem diga que ando esquisita. talvez. ao ler o que escrevi de madrugada quando cheguei a casa, até eu digo que ando esquisita.
Não sei se é de mim, mas falta pouco para ir embora, mas não sei até que ponto não estou aliviada por estar a acabar.

Ontem o jantar foi muito porreiro. Vou ter saudades do Lukas.
Hoje é dia de jantar cá em casa, com as amigas da Vânia, que chegam daqui a pouco. Depois acho que Independance (não me apetece ir ao Low hoje. fica para amanhã, com Calvin Harris)
Entretanto acho que vou passar o fim de semana a rastejar, de tão cansada que estou. E ainda é só sexta-feira! :x

something somewhere somehow

the fun part is, I don't actually need you.
I just like to pretend in order for everything to seem fine.

someday, when I'll actually be free, you'll be nothing but a bad memory.
that day I'll smile for real. and no one will ask me why the hell I'm smiling for.
and I will feel alive. because you won't be there.

that day, and only then, my heart will be at peace.
I will be at peace.
and I'll be free.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

uma semana e pouco mais

O tempo tem andado esquisito aqui em Madrid. Já tivemos neve de manhã, chuva ininterrupta por um dia inteiro. Faz frio, muito frio. Ou então faz só um bocadinho de frio.

Estranhamente, temos andado mais activos agora, mesmo com o frio e a chuva. Ontem fomos à Real Academia das Belas Artes. Inicialmente era para irmos ao Museu Lázaro Galdiano, mas fechava relativamente cedo e nós, activos ou não, ainda não sabemos o que é acordar cedo. Na terça-feira aproveitámos a tarde e fomos ao Thyssen-Bornemisza, o último dos três grandes museus de Madrid que ainda não tínhamos ido ver. Foi a pagar, mas pelo menos passámos 2 horas inteiras lá dentro, quase até ao ponto de não conseguir ver mais nada. Apesar de quase cortar os pulsos (aquilo é MESMO grande e estivemos lá dentro DUAS horas inteiras a ver quadros!) foi bom. Sabem bem estas tardes culturais e sempre são mais alguns checks na lista do "must see".

Ontem tivemos o nosso jantar da C/Andrés Mellado. Não vou dizer que é o último jantar cá de casa porque no fundo moramos todos juntos, mas soube um pouco a despedida... Fomos ao Leche de Pantera aqui por Moncloa, só os quatro. Mas foi uma noite calminha.
Hoje é dia de cena portuguesa para los erasmus. Vamos jantar a casa do Lukas, mas somos nós que fazemos o jantar: bacalhau com natas! Entretanto é preciso ir fazer as compras, para ver se jantamos cedo, para ainda irmos até ao bar erasmus (que já não é o La Lupe!) e depois ir "espremer"! No fundo é a nossa despedida com o Lukas, já que ele vai à Alemanha passar uns dias antes do próximo semestre.

E com isto se fazem mais uns dias...

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

só para partilhar

Como estou feliz queria partilhar que daqui por dois meses, vou estar aqui:
(imagem retirada aqui)

E vai ser genial!!

"I am the master of my fate. I am the captain of my soul"


Hoje fui ver o Invictus ao Cine Princesa. Acabámos por ir só os quatro cá de casa, porque ainda há malta que tem de estudar. Mas foi bom na mesma. O filme é muito bom mesmo. Apesar de girar muito à volta do Rugby, compreende-se. Deixa-nos a pensar que não é preciso ir às histórias nem muito atrás na História para ver que é através de pequenos gestos que descobrimos as Grandes Pessoas.
Gostei.

"Invictus"
Out of the night that covers me,
Black as the pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.

In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.

Beyond this place of wrath and tears
Looms but the Horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds and shall find me unafraid.

It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll,
I am the master of my fate:
I am the captain of my soul.


William Ernest Henley
(1849-1903)

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Dia de los enamorados con sangre y galletas

Ontem foi dia dos namorados. Uma bela data que, no fundo, não significa absolutamente nada. Pelo menos não para mim. É uma espécie de Natal mas ainda mais ridículo. E as lojas é só corações, e bombons, e esquisitices e enfim... um consumismo desenfreado por algo que não tem absolutamente nada que ver com nada. Mas mesmo com este meu ódio de estimação ao Dia de S. Valentim, ontem até se passou bastante bem.
A malta veio cá a casa passar a tarde. O Lukas, a Maki, a Chiara, o Luís... Trocámos fotos uns com os outros, contámos as aventuras mais recentes (como Segóvia...). Depois, fizemos crepes e galletas (sim, aprendi a fazer galletas com a Maki, e são mesmo boas!). Depois ficámos a ver um filme, nada de lamechas nem romélico, "No Country For Old Men", disparos e sangue qb, bom filme, apesar do final algo estranho.
Lá para as 22h lá jantámos uma pasta com atum, comida típica de qualquer Erasmus e combinámos a semana. Coisas como cinema, museus, noite, pizza... o normal.
Com isto tudo às vezes esqueço-me das datas e dá-me ideia de que não tenho de ir embora daqui por duas semanas.

Never again, Segóvia

Fomos a Segóvia com a ESN no sábado. Uma cidade pequena, perdida no meio da serra, mas bonita. Visitámos o Alcazar, vimos o Aqueduto e a Catedral, passeámos e também nos metemos dentro de cafés para não morrermos de frio.
No final, gostei. É uma cidade simpática. Perdida no fim do mundo e passado dois dias seria o completo tédio, mas não deixa de ser gira para visitar.
O problema foi depois. Porque quando dizem uma hora e um ponto de encontro para o regresso, normalmente os portugueses atrasam-se. Desta vez não. Desta vez estávamos lá à hora. E não é que os idiotas da ESN "adiantaram os autobuses" e "esqueceram-se" de nos avisar?? Sim, é verdade. A organização é sempre tão boa, mas tão boa, que não fizeram contagem, não verificaram as pessoas, nada! e a nossa sorte foi que por acaso tínhamos o número de um deles. Mas depois foi vê-los, a passarem a "batata quente" (leia-se "eu e o meu mau génio") uns para os outros. Acabei por falar com todos. E eles acabaram por nos despachar para a estação de autobuses de Segóvia, e lá tivemos de voltar para Madrid sozinhos.
Com uma directa em cima (depois do Independance) e com essa confusão toda de Segóvia, devo dizer que estou com um ódio fenomenal a toda a ESN, e quero ver quando os vir outra vez.
De resto, sim, Segóvia é uma cidadezinha gira... simpática... mas nunca mais lá volto. é compreensível...


Catedral

Alcazar

Aqueduto